terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Quem foram os Reis Magos?

'A viagem dos Magos' (1894), Jacques-Joseph Tissot (1836-1902), pintor francês.

Um antigo documento conservado nos Arquivos Vaticanos lança uma certa luz, embora indireta e sujeita a caução, sobre a pessoa dos Reis Magos que foram adorar o Menino Jesus na Gruta de Belém. A informação foi veiculada por muitos órgãos de imprensa e páginas da Internet.

O documento é conhecido como “A Revelação dos Magos”. Provavelmente seja algum “apócrifo”, nome dado aos livros não incluídos pela Igreja Católica na Bíblia. Portanto, não são “canônicos”, apesar de poderem ser de algum autor sagrado.

“Canônico” deriva de “Cânon”, que é o catálogo de Livros Sagrados admitidos pela Igreja Católica e que constituem a Bíblia. Este catálogo está definitivamente encerrado e não sofrerá mais modificação.

Há uma série de argumentos profundos que justificam esta sábia decisão da Igreja.

Entretanto, uma extrema ponderação em apurar a verdade faz com que a Igreja não recuse em bloco esses “apócrifos” e reconheça que pode haver neles elementos históricos ou outros que ajudem à Fé.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sodoma: uma megalópole fastuosa
que desapareceu de um modo sem precedentes

Tall el-Hammam reconstituição artística de como foi Sodoma.
Tall el-Hammam reconstituição artística de como foi Sodoma.



continuação do post anterior: As ruínas de Sodoma: lições para o presente e para o futuro


Os trabalhos dos arqueólogos que acharam as ruínas de Sodoma estão concentrados em Tall el-Hamaam, na Jordânia. Gomorra estava localizada um pouco mais ao norte, também no vale do Jordão, perto do Mar Morto.

Na Bíblia, Sodoma é descrita rodeada de vegetação, bem irrigada, uma das maiores cidades ao leste do Jordão, cruzamento de rotas comerciais, e devido à sua riqueza e seu tamanho, pesadamente fortificada com torres e altas e largas muralhas.

A cidade que está sendo posta à luz corresponde a essa descrição. É a maior cidade desenterrada por cientistas na região, pois ela era maior entre cinco e dez vezes que qualquer vizinha.

O chefe da equipe de arqueólogos é o Dr. Steven Collins, professor de Arqueologia na Trinity Southwestern University, de Albuquerque, New Mexico, EUA. Segundo ele, tratou-se de uma cidade “monstruosa” – uma megalópole – se comparada com as outras da região no mesmo período histórico.

A Imaculada Conceição glorificada à revelia
até por ... um diabo!

Imaculada Conceição,São Francisco da Penitência, Rio de Janeiro
Imaculada Conceição,
São Francisco da Penitência, Rio de Janeiro
Luis Dufaur

A devoção à Imaculada Conceição de Nossa Senhora vem dos tempos apostólicos.

Na Idade Média, porém, adquiriu enorme força e extensão.

Por fim, no século XIX foi proclamada dogma da Igreja Católica. Nenhum católico pode negá-la ou pô-la sequer em dúvida, sem cair em heresia e ficar fora da Igreja.

Por isso, nesta magna festa, reproduzimos o fato seguinte acontecido no século XIX.



No dia 8 de dezembro de 1854, o Bem-aventurado Papa Pio IX promulgou solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo.

E no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e da Encarnação do Verbo, a Santíssima Virgem se manifestou em Lourdes a Santa Bernadete.

Nesse dia Ela confirmou o dogma, dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. E inaugurou uma torrente de milagres que não cessa até hoje!

Poucas pessoas sabem que em 1823, trinta anos antes da proclamação desse magnífico dogma, dois sacerdotes exorcistas obrigaram um demônio que possuía um rapaz a cantar o louvor dessa santa verdade.

E o demônio teve que fazê-lo, obviamente a contragosto, mas com uma rima poética que reverenciou a glória de Nossa Senhora.

O demônio é “espírito de mentira”, mas o exorcismo pode obrigá-lo a dizer a verdade, inclusive sobre matérias de Fé, como a divindade de Jesus Cristo, as virtudes da Imaculada Virgem, a existência do Paraíso, do inferno, etc.

Foi o que aconteceu com o demônio que tinha entrado num jovem analfabeto de apenas doze anos, residente em Adriano di Puglia, Itália, hoje Ariano Irpino, na província e diocese de Avellino.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Ruínas de Sodoma desvendadas:
lições para o presente e para o futuro

A destruição de Sodoma, Benjamin West  (1738 – 1820)
A destruição de Sodoma, Benjamin West  (1738 – 1820)



Após décadas de escavações, uma equipe de arqueólogos tem certeza de que finalmente achou as ruínas de Sodoma, a cidade bíblica de espantosa memória, noticiou o jornal britânico “Daily Mail”.

A equipe de arqueólogos leva adiante o Tall el-Hammam Excavation Project.

O chefe da equipe é o Dr. Steven Collins, professor de Arqueologia na Trinity Southwestern University, de Albuquerque, New Mexico, EUA.

Os especialistas vinham cavoucando há muito tempo na localidade de Tall el-Hammam, no vale do Jordão (Jordânia), os restos de uma cidade de tamanho colossal da Idade do Bronze.

Segundo ele, tratou-se de uma cidade “monstruosa” – uma megalópole – se comparada com as outras da região no mesmo período histórico.

As peculiaridades das ruínas apontavam impressionantes analogias com a descrição que faz a Bíblia da cidade de Sodoma, destruída por Deus.

Os restos correspondiam à maior cidade da região, como também diz a Bíblia de Sodoma, e estão situados ao leste do rio Jordão, numa área verde perto do Mar Morto.

A cidade existiu entre os anos 3500 e 1540 antes de Cristo, data em que foi súbita e inexplicavelmente abandonada.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Os achados no “cárcere de São Pedro” (2)

Altar de São Pedro e São Paulo após restauro de 2010
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Entre os mistérios que ficam a serem esclarecidos, um é a conexão entre o cárcere e a sinistra Scalae Gemoniae.

Isto é, a escadaria que saindo do Foro era percorrida pelos condenados a morte. O nome vem do verbo “gemer” = a escadaria dos gemidos.

Naquela escadaria também eram expostos os cadáveres dos justiçados e que depois eram jogados no rio Tibre.

O sinistro cárcere está composto por dois andares de desenho vagamente circular, um sobre o outro.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Os achados no “cárcere de São Pedro” (1)

Interior do “Carcere Mamertino”, ou “cárcere de São Pedro”.
Luis Dufaur
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Restauração arqueológica do “Cárcere de São Pedro” em Roma trouxe revelações além de toda expectativa sobre São Pedro e a antiguidade pagã


O “Carcere Mamertino”, ou “cárcere de São Pedro”, foi a “prisão de Estado” do antigo Império Romano.

Lá ficaram presos antes de morrer reis e potentados da terra derrotados pelas legiões romanas, como Vercingetorix, chefe bárbaro da Gália (França); Jugurta, rei da Numídia; Pôncio rei dos Sannitas e muitos outros.

Porém, esse cárcere ficou mais famoso por ter aprisionado os Apóstolos São Pedro e São Paulo, nos tempos de Nero. São Pedro, notadamente, ali operou milagres históricos.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Astrofísica ateia canadense se rende à Verdade:
Jesus Cristo é a chave do Universo

Na reflexão e na dor Sarah Salviander compreendeu o absurdo da Ciência descolada da Religião



A Dra. Sarah Salviander, pesquisadora do Departamento de Astronomia da Universidade do Texas e professora de Astrofísica na Universidade Southwestern descreveu sua maravilhosa história da conversão a Cristo.

A conversão começou com os seus estudos científicos e culminou com a morte de sua filha, segundo informou a agência Aleteia.

“Eu nasci nos Estados Unidos e fui criada no Canadá, contou ela. Meus pais eram ateus, embora preferissem se definir como ‘agnósticos’. Eles eram carinhosos e mantinham uma ótima conduta moral, mas a religião não teve papel nenhum na minha infância".

“O Canadá já era um país pós-cristão, acrescentou. Olhando em retrospectiva, é incrível que, nos primeiros 25 anos da minha vida, eu só conheci três pessoas que se identificaram como cristãs.

“A minha visão do cristianismo era intensamente negativa. Hoje, olhando para trás, eu percebo que foi uma absorção inconsciente dessa hostilidade geral que existe no Canadá e na Europa em relação ao cristianismo.

“Eu não sabia nada do cristianismo, mas achava que ele tornava as pessoas fracas e tolas, filosoficamente banais".

Quanto tinha por volta de 25 anos, Sarah abraçou a filosofia racionalista de Ayn Rand.

“Entrei no curso de Física da Eastern Oregon University e percebi logo a secura e a esterilidade do objetivismo racionalista, incapaz de responder às grandes questões:

“Qual é o propósito da vida?

“De onde foi que viemos?

“Por que estamos aqui?

“O que acontece quando morremos?

“Eu notei também que esse racionalismo sofria de uma incoerência interna: toda a sua atenção se volta para a verdade objetiva, mas sem apresentar uma fonte para a verdade.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Mais modernos testes concluem que o Santo Sudário
é do tempo de Jesus Cristo

Giulio Fanti, professor de Medições Mecânicas da Universidade de Pádua um dos peritos que conduziu os avançados testes.
Giulio Fanti, professor de Medições Mecânicas da Universidade de Pádua
um dos peritos que conduziu os avançados testes.
Luis Dufaur
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Ao falar do Santo Sudário, certa imprensa influenciada pela cristofobia aproveita para insistir num realejo desqualificado nos meios científicos.

Segundo esse realejo o Santo Sudário não seria mais do que uma falsificação medieval, comprovada por exames de datação feitos em 1988 com Carbono 14.

Esses testes com Carbono 14 foram rejeitados largamente pelos cientistas devido a graves defeitos de procedimento, reconhecidos, aliás, por um dos responsáveis.

Novos testes mais acurados com diversos procedimentos foram aplicados no Santo Sudário para apurar do modo mais preciso possível a sua datação.

Os resultados de uns e de outros foram objeto de um cruzamento visando à maior precisão histórica.

Os principais resultados obtidos por diversas autoridades da ciência foram apresentados em congresso promovido pela Universidade de Pádua em colaboração com as Universidades de Bologna, Modena, Parma e Udine, bem como pelo Politécnico de Bari, segundo informou o site Vatican insider.

Os resultados foram compulsados no âmbito do projeto de pesquisa intitulado “Análise multidisciplinar aplicada ao Santo Sudário de Turim: estudo da imagem corpórea, de possíveis poluições ambientais e das micropartículas típicas do Tecido de linho”.

O professor Francesco Lattarulo, do Politécnico de Bari, apresentou os resultados da análise praticada na dupla imagem corpórea (pela frente e pelas costas) impressa no Tecido.

Os resultados “demonstraram ser hoje impossível, do ponto de vista técnico-científico, reproduzir a Imagem. Porém, a hipótese mais respeitável considera que uma emissão de energia elétrica produziu o chamado ‘efeito corona’.

“Dessa forma, na Universidade Pádua foi possível gerar imagens similares às do Sudário a partir de um manequim 50% menor do original e submetido a descargas de 300 mil volts”, segundo os autores da experiência.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O enigma que desconcerta a ciência

Painel da amostra O Homem do Sudário.
Painel da amostra O Homem do Sudário.
Luis Dufaur
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O que se passou naquele túmulo perto de Jerusalém por volta do ano 30 da era cristã, quando Jesus ressuscitou? Como é que sua imagem ficou impressa no precioso Sudário, hoje em Turim?

A ciência pena em responder a essas e outras perguntas conexas, mas não arreda o pé – e faz bem –, procurando alguma pista que permita uma explicação. Pois até o momento ela se confessa incapaz sequer de entender o fenômeno.

Também por isso, a imprensa vai atrás dos especialistas em sindologia, nome da especialidade que estuda o Santo Sudário.

O presidente do Centro Internacional de Sindologia de Turim, professor Bruno Barberis, foi procurado incontáveis vezes a propósito do apaixonante tema. E respondeu mais recentemente à Rádio Vaticano:

Prof. Barberis – Certamente se tem progredido no estudo do Santo Sudário para saber como foi feito, mas no momento atual tudo é insuficiente para responder a esta interrogação, que continua sendo o enigma mais significativo e fascinante do Lençol.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Desenterrado o pórtico de acesso à cidade de Golias

O pequeno pastor Davi enfrenta o gigante Golias, século XII. Museu des Beaux-Arts de Cambrai, França.
O pequeno pastor Davi enfrenta o gigante Golias, século XII.
Museu des Beaux-Arts de Cambrai, França.
Luis Dufaur
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Gate, ou Get, a cidade de Golias, foi uma das maiores metrópoles da Filisteia, região contígua a Israel, hoje parte da faixa de Gaza.

Gate estava ocupada desde o século IX antes de Cristo. O Antigo Testamento também se refere a ela, só que com o nome de Golias.

O mesmo nome do gigante nela nascido e que o jovem Davi, futuro rei de Israel, derrubou com sua funda e em seguida degolou com a espada.

Os filisteus eram inimigos de morte dos israelitas e sua inimizade como que revive no atual conflito de Gaza. A História se repete e é mestra da vida.

Os egípcios foram os primeiros a falar dos filisteus, incluindo-os entre os “povos do mar”, levas de imigrantes que atravessaram o Mediterrâneo e desembarcaram no atual Egito.

Também aqui a História se repete.

Pentápolis Filisteia no ano 830 a.C.
Pentápolis Filisteia no ano 830 a.C.
Por fim, o faraó Ramsés III os derrotou e eles foram procurar terras costeiras perto de Israel, onde fundaram cinco cidades: Asdode, Ascalon, Ecrom, Gaza e, a maior delas, Gate [= Get]. As cinco formaram a Pentápolis Filisteia.

Os filisteus eram mestres na metalurgia, fato que conferia aos seus soldados uma grande superioridade.

Mas adoravam deuses perversos, entre eles Baal, mencionado na Bíblia como sinônimo do demônio e de cujo nome deriva Belzebu.

Baal era representado e cultuado como um deus cruel, com raios na mão pronto a fulminar e que exige sacrifícios humanos, sádicos ou obscenos.

Crianças de ambos os sexos eram queimadas em sacrifícios imoralíssimos, durante os quais os sacerdotes se feriam com facas e punhais, em ritos sadomasoquistas. A ‘cultura da morte’ da época...

O deus-demônio Baal acostumava ser representado ameaçando com raios na mão.
O deus-demônio Baal acostumava ser representado
ameaçando com raios na mão.
Outros deuses eram Astarte – deusa da impureza e do erotismo, invocada pelo satanismo até nossos dias – e Dagon, metade homem, metade peixe, de significado fálico, cujo templo em Gaza foi destruído por Sansão.

Em 587 a.C. o rei caldeu Nabucodonosor – que conquistou Jerusalém e levou seus habitantes escravos para Babilônia – fez o mesmo com as cidades filisteias de Asdode, Ascalon e Ecrom (Gate já havia sido destruída 200 anos antes).

Os filisteus desapareceram da História. Ainda não se sabe como e por que. Acreditam alguns que teriam se dissolvido e misturado culturalmente com os caldeus durante a sua estadia na Babilônia.

Nada restou da Filisteia, país dominado por falsos ídolos e governado por líderes do mal.

Aquele reinado prefigurou, sob muitos aspectos, o mundo moderno anticristão, ao qual talvez esteja reservada sorte semelhante.

Arqueólogos chefiados pelo professor Aren Maeir, da Universidade Bar-Ilan de Israel, julgam ter achado os fundamentos da impressionante urbe filisteia de Gate, de onde saiu Golias.

“Sabíamos que entre os séculos X e IX a.C. a cidade filisteia de Gate era uma grande aglomeração, talvez a maior da região naquela época. As monumentais fortificações sublinham quão ampla e poderosa foi a cidade”, disse Maeir ao site Live Science.

Os arqueólogos israelenses desenterraram um pórtico em Tell es-Safi (ex-Gate), utilizado durante 5.000 anos até 1948, quando uma aldeia árabe existente no local foi abandonada, disse Maeir.

Gate: um altar desenterrado e o chefe da expedição prof. Aren Maeir.
Gate: um altar desenterrado e o chefe da expedição prof. Aren Maeir.
Os arqueólogos escavavam o local desde 1899, mas só nas últimas décadas se deram conta da importância dos restos da Idade do Ferro ali encerrada.

As características da cidade que está sendo exumada coincidem com as narrações bíblicas acerca da histórica Gate da época dos reinos de Judá e Israel.

A equipe localizou a parte superior de uma porta monumental e das fortificações.

Mas elas são tão gigantescas que levará vários anos para desenterrá-las por completo, disse Maeir.

O topo, agora visível, dessas estruturas já permite conjecturar sua dimensão total. Uma fortificação tão poderosa provavelmente visava desanimar o Reino de Judá de qualquer empresa de expansão.

Perto da Porta Monumental foram encontrados, além dos objetos de ferro, um templo filisteu e peças de cerâmica típicas de seu culto, nas quais se pode notar a influência da cultura judaica.

Estátua do profeta Santo Elias no Monte Carmelo,
onde degolou 750 sacerdotes e profetas de Baal.
De fato, nos períodos de diminuição da fé, o culto de Baal penetrou entre os judeus decadentes.

Por obra da rainha Jezabel, esposa do rei Acab (entre 874 e 853 a.C.), o deus símbolo do demônio chegou a ser cultuado no Templo de Jerusalém.

Jezabel era fenícia de nascimento. Seu nome significa “Baal é marido de”.

Ela impôs o culto de Baal e de Astarte e  perseguiu os adoradores do verdadeiro Deus.

Contra a idolatria e a profanação, “como uma chama do fogo sagrado de indignação” levantou-se o Profeta Elias, cujo nome significa “o Senhor é Deus!”.

 Após vencer 700 cruéis sacerdotes de Baal em um duelo durante o qual fez descer fogo do céu sobre o altar do sacrifício no Monte Carmelo, Elias os degolou.

Jehu, seu seguidor, jogou Jezabel pela janela e seu corpo foi disputado pelos cachorros da rua, como Elias profetizara. (II Reis 9, 10)

Porém, a notícia da descoberta dos restos de Gate nos remete para o combate bíblico de David contra Golias.

Sobre o combate de Davi contra Golias, veja mais em: “Indícios arqueológicos e testes científicos da luta de Davi contra Golias”

Gate, no local: esquema do sítio arqueológico.
Gate, no local: esquema do sítio arqueológico.
Os arqueólogos acham que realmente descobriram a cidade natal do gigante do mal em Israel, segundo o Daily Telegraph, de Londres.

A expedição da Universidade de Bar-Ilan, conduzida pelo professor Aren Maeir, localizou os restos perdidos de Gate em escavações numa área dividida pelo conflito entre Palestina e Israel.

Segundo o Antigo Testamento, Gate foi uma das cinco cidades que formavam a Pentápolis filisteia na Terra Santa, de onde veio Golias (I Samuel 17, 4).

Para Louise Hitchcock, professora assistente da Universidade de Melbourne, Austrália, a descoberta do Pórtico de Entrada da cidade bíblica foi um dos maiores achados já feitos por um investigador.

Acredita-se que esse pórtico corresponde à descrição das portas mencionadas no I Livro de Samuel, cap. 21:

Davi fugindo da cólera de Saúl, recebe do sacerdote Aquimelec
a espada de Golias que o próprio Davi tinha ganho (ver I Samuel 21,9).
Arent de Gelder (1645 - 1727).
10. Levantou-se Davi e prosseguiu sua fuga diante de Saul, indo para junto de Aquis, rei de Get [=Gate].

11. Os servos de Aquis disseram ao rei: Não é este Davi, o rei da terra? Aquele de quem cantavam em coro: Saul matou seus milhares, mas Davi seus dez milhares?

12. Davi, impressionado com essas palavras, teve medo de Aquis, rei de Get [=Gate].

13. Simulou loucura diante deles, comportando-se como demente: tamborilava nos batentes da porta e deixava correr saliva pela barba.

A professora Hitchcock acrescentou que fez uma série de outras descobertas que convergem com essa teoria. Inclusive uma inscrição do nome Golias, de templos filisteus, altares e objetos rituais.


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A imagem de Nossa Senhora de Lourdes
intocada por incêndio numa base militar

Imagem de Nossa Senhora de Lourdes, inexplicavelmente intacta após incêndio na base militar de El Goloso, Madri.
Imagem de Nossa Senhora de Lourdes,
inexplicavelmente intacta após incêndio
na base militar de El Goloso, Madri.



Na base militar de El Goloso nas proximidades da capital espanhola, Madri, sede da brigada de Infantaria Blindada “Guadarrama”, se desatou um incêndio incontrolável que consumiu importante área verde, noticiaram diversos sites espanhóis como Infovaticana e Religión en Libertad

A vegetação ficou calcinada. Mas, para surpresa dos militares na superfície carbonizada se encontrou intacta uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes.

A surpresa foi tanto maior quando os fardados descobriram que o gramado perto da imagem não foi atingido pelo fogo e que em volta da imagem havia uns vasos com flores, também incólumes, que ninguém sabia quem tinha posto.

O fato aconteceu no dia 30 de julho, em plena onda de calor que afligia Espanha.

Os militares não conseguiam explicar como foi possível que a imagem e as flores nada sofressem, nem mesmo um natural escurecimento e murchamento pelo calor.

O caso se espalhou pelas redes sociais e não faltou quem supusesse uma montagem. Porem, a investigação visando o esclarecimento revelou a improcedência da suspeita.

Nas fotos pode se apreciar que toda a terra está queimada com exceção das proximidades da imagem.

A bem dizer, a maioria dos soldados sequer sabia que havia uma estatueta da Virgem de Lourdes no jardim, malgrado eles fizessem rotineiras giros de vigilância.

Alguns soldados, porém, lhe tinham uma devoção especial, e se tinham encomendado a ela. Aquela imagem de Nossa Senhora de Lourdes até tinha participado em atos oficiais na base militar.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

“Tudo coincide perfeitamente com os Evangelhos”

“Ecce Homo”, disse Pilatos à multidão que pedia a morte de Jesus
“Ecce Homo”, disse Pilatos à multidão que pedia a morte de Jesus
Luis Dufaur
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“O Homem do Santo Sudário sofreu uma flagelação terrível que não era normal acontecer antes da crucifixão”, explicou a especialista Emanuela Marinelli ao Vatican Insider.

A Dra. Marinelli, do Centro Romano di Sindonologia, acaba de publicar, juntamente com Marco Fasol, o livro Luce dal sepolcro. Indagine sull’autenticità della Sindone e dei Vangeli (Luz do Sepulcro. Inquérito sobre a autenticidade do Santo Sudário e dos Evangelhos, editora Fede & Cultura).
“Foi uma flagelação extremamente longa, infligida como punição suficiente em si mesma.

“Logo depois veio a dolorosa coroação com um capacete de espinheiros, fato único na História, e que foi inventado pelos soldados para escarnecer o Rei dos Judeus”, prosseguiu.

“Depois ainda vieram o doloroso carregamento do patibulum (a trave horizontal da Cruz), as trágicas quedas ao longo do percurso, a perfuração dos pregos da crucifixão enfiados nos pulsos e nos pés sem apoio algum, a perfuração da lancetada post-mortem.

Tudo coincide perfeitamente com a narração evangélica, inclusive o envolvimento durante algumas horas numa Mortalha preciosa em lugar de enterrar numa fossa comum, que era o destino de todos os crucificados.

A consequência é que o Homem do Sudário pode ser identificado: é Jesus de Nazareth”.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Probabilidade de o Santo Sudário ser falso: uma em 225 bilhões!

Luis Dufaur
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Quando era criança e ouvia falar do Santo Sudário de Turim, o Dr. Pierluigi Baima Bollone, professor de Medicina Legal na Universidade de Turim, ficava empolgado.

Ele não imaginava que uma comissão de especialistas haveria de levantar a hipótese da presença de traças de soro no Santo Lenço e que ele seria o primeiro patologista capaz de analisá-las.

Foi em 1978, avaliando uma dúzia de fios tirados do Sudário e uma micro-crosta de fracções de milímetros extraída por uma equipe de cientistas suíços.

“Assim descobri que se tratava de sangue humano. Depois, com a ajuda de alguns especialistas de DNA, eu pude identificar algumas de suas características”, disse o professor em entrevista para o site Vatican Insider.
“Eu era um jovem médico forense que se interessava por microvestígios. O Pe. Coero-Borga me perguntou se eu conseguiria esclarecer se as manchas do Santo Sudário eram verdadeiramente de sangue”, conta ele.
O médico aceitou o desafio e analisou as amostras com microscópio ótico, depois com um outro eletrônico, e assim chegou à maravilhosa descoberta.
“Foi um momento que jamais poderei esquecer. Estava com outros médicos patologistas na biblioteca do Palácio Real, que tinha as janelas bloqueadas com sacolas negras que tínhamos posto.

“O Sudário estava estendido sobre uma grande mesa, iluminado por uma luz rasante com uma inclinação de 45 graus para retirar os fragmentos de pano, e nos sentávamos um por vez sobre um cavalete.

“Quando foi minha vez, tive a impressão de que a imagem virava um corpo. Era como se eu a visse em três dimensões, e pensei que meus olhos estivessem me aprontando uma feia”.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Coliseu restaura elevador que alçava as feras
para devorar os mártires

Os sinistros elevadores do Coliseu consumiam a força de oito escravos. Eis um restaurado.
Os sinistros elevadores do Coliseu consumiam a força de oito escravos. Eis um restaurado.




O famoso Coliseu de Roma, cujas ruínas relativamente conservadas são visitadas por milhões de turistas todos os anos, foi em seu esplendor um estádio de espetáculos cruéis.

Sobressai na memória dos homens a lembrança gloriosa dos mártires cristãos que eram levados à arena sob o olhar lúbrico e sádico dos imperadores e de uma massa de pagãos ávidos de sangue.

Naquele momento supremo lhes era proposta a péssima opção: ou recusavam a Jesus Cristo queimando incenso aos deuses e salvando assim suas vidas, ou seriam entregues às feras.

Essas feras eram de diversas espécies, cada uma conhecida pelo seu modo de matar e devorar as vítimas.

Outras vezes era a luta de gladiadores contra animais ferozes, espetáculo especialmente sanguinário.

E por fim as lutas entre gladiadores, que terminavam não raro com a morte.

Calcula-se que em poucos séculos foram empregadas algumas dezenas de milhares de animais selvagens nesses espetáculos perversos.

Chegou-se a falar que a arena do Coliseu estava tingida pelo sangue de mártires, gladiadores e animais.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Santo Sudário: inexplicável imagem tridimensional
― Inviabilizada a conjetura de falsificação

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continua inexplicável para as ciências humanas a formação da imagem de Jesus Cristo no Santo Sudário de Turim.

Até agora ninguém conseguiu reproduzi-la de modo satisfatório, explicou ao Vatican Insider o Dr. Nello Balossino, professor de Informática da Universidade de Turim, vice diretor do Centro Internazionale di Sindonologia de Turim e especialista em elaboração de imagens.

Mais ainda, ele revelou que o Santo Sudário contém “informações tridimensionais”.

O Prof. Balossino esclareceu que a formação de uma imagem de tipo fotográfica é produzida por uma energia luminosa sobre uma superfície sensível como um filme ou um sensor digital.

Normalmente a impressão é superficial, por isso um negativo fotográfico não possui informações tridimensionais.

Mas é bem isso o que não acontece no Santo Sudário de Turim.

Nele, a imagem reage como um negativo fotográfico sob certos aspectos, mas, na verdade, não é um negativo no sentido da fotografia.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

“É como olhar no umbral do mistério da Ressurreição”,
diz estudiosa do Santo Sudário

“É como olhar no umbral do mistério da Ressurreição”,
diz a Prof.a Emanuela Marinelli que estuda o Santo Sudário há 38 anos



A professora Emanuela Marinelli estuda o Santo Sudário de Turim há 38 anos. Reproduzimos alguns excertos da entrevista sobre a matéria que ela concedeu à revista italiana Tempi.

Mais da Dra. Emanuela Marinelli: "Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (1)"  e "Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (2)".

Professora, como é a sua paixão pelo Sudário?

Emanuela Marinelli: Estudei o Sudário durante 38 anos, desde que vi pela TV uma reportagem do trabalho de Max Frei, diretor do laboratório científico da polícia de Zurique.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Especial Corpus Christi: o hino “Ave Verum”
(“Salve, ó verdadeiro corpo”)




Na história da Igreja foram compostas muitas músicas e poesias religiosas em louvor do Santíssimo Sacramento.

Esta grande devoção teve, aliás, imenso incremento no período medieval.

Podemos então dizer que ela ‒ aperfeiçoada pela Contra-Reforma ‒ chegou até nós impregnada do perfume da Idade Média.

A presencia real de Nosso Senhor Jesus Cristo, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Sagrada Eucaristia está fundamentada nas próprias palavras de Cristo na Última Ceia: “Este é meu corpo, esta é minha sangue”.

A Fé na presença real de Cristo na Eucaristia foi professada universalmente por toda a Igreja desde sua fundação.

Só com o protestantismo que apareceram contestações, aliás mais próximas da chicana do que qualquer outra coisa. Foram sobejamente refutadas pelos Doutores e notadamente pelo Concílio de Trento.

Nos felizes tempos em que florescia a fé foram compostos vários hinos ao Santíssimo Sacramento cantados até hoje, ou, pelo menos, até que a desordem progressista não os bloqueou.

Entre esse hinos fiéis reflexos do dogma católico figura o Ave Verum em posição de destaque.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Engenheiro em nanotecnologia: o Santo Sudário
é um testemunho mudo da Ressurreição


Video: Início da ostensão extraordinária do Santo Sudário
do dia 19 de abril até 24 de junho de 2015.


Luis Dufaur
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Alessandro Paolo Bramanti é especialista em engenharia eletrônica na Universidade de Pavia, Itália, onde fez o doutorado em investigação. Posteriormente doutorou-se em física da matéria na Universidade de Salento.

Ele trabalha para uma multinacional no campo da nanotecnologia, publicou numerosos trabalhos e é co-inventor de patentes internacionais em sua especialidade.

Também estudou o Santo Sudário e no ano 2010 publicou com o Dr. Daniele De Matteis o livro Sacra Sindone. Un mistero tra scienza e fede (Santo Sudário: um mistério entre ciência e fé).

Em entrevista ao jornal “La Croce”, ele argumentou em favor da afirmação de que “o homem do Santo Sudário é Jesus de Nazaré”.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Concordâncias científicas entre o Santo Sudário de Turim e o de Oviedo

O Sudário de Oviedo envolveu apenas a cabeça do Messias no momento de sua sepultura.
O Sudário de Oviedo envolveu apenas a cabeça do Messias
no momento de sua sepultura.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O Sudário de Oviedo é uma das relíquias mais importantes da Igreja Católica.

Atualmente está guardado na Câmara Santa da Catedral de Oviedo (Espanha).

Segundo a tradição, o Sudário de Oviedo é a tela marcada por manchas de sangue de um rosto masculino que correspondem ao relato da Paixão de Jesus Cristo.

Este pano envolveu apenas a cabeça do Messias no momento de sua sepultura, de acordo com as práticas hebraicas tradicionais da época, enquanto o Santo Sudário venerado em Turim cobriu a totalidade de seu corpo.

O Sudário de Oviedo não apresenta uma imagem como o de Turim, mas a primeira vista apenas está manchado de sangue e exibe algumas queimaduras de velas.

De forma retangular, ele é um dos objetos fúnebres que envolveram o Senhor, descritos por São João no Evangelho.

Esta preciosíssima peça e o Sudário de Turim teriam sido recolhidos pelo apóstolo São João, que junto com São Pedro constatou que o sepulcro de Jesus estava vazio.

Agora, estudando amostras do Sudário de Oviedo, o grupo de investigação da Universidade Católica de Murcia – UCAM, Espanha, descobriu um grão de pólen que, segundo a palinóloga Marzia Boi, é compatível com a espécie botânica Helicrysum Sp., identificada no Santo Sudário de Turim. A descoberta foi relatada com luxo de pormenores técnicos pela própria Universidade.

Ficou descartado que o pólen fosse posterior ao enterro, pois se encontra colado ao sangue. Portanto, a flor foi depositada na relíquia num momento em que o sangue ainda estava fresco, e não acrescentada em algum momento posterior da história do Sudário.

domingo, 3 de maio de 2015

O cientista descrente que se rendeu à evidência:
não há nada como o Santo Sudário!

Barrie Schwortz: era incrédulo, estudou 37 anos o Santo Sudário
e hoje tem certeza que é autêntico!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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continuação do post anterior: Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário e tem certeza: é autêntico!



CWR: Ele foi esticado na cruz de maneira a deslocar os braços? Uma parte de sua barba foi arrancada?

Barrie Schwortz: A evidência forense nos diz que seus braços poderiam ter sido esticados a ponto de sofrerem uma luxação. Nós observamos que sua barba está divida ao meio, o que indica que ela poderia ter sido arrancada.

No fim, a evidência forense indica que a narração do Evangelho é uma descrição exata do que aconteceu durante a Paixão de Cristo.

CWR: Que descrição de Cristo o senhor pode nos oferecer com base em seu estudo do Sudário?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário
e hoje tem certeza: é autêntico!

Barrie Schwortz: o descrente especialista em fotografia que se rendeu à evidência: o Santo Sudário é autêntico!
Barrie Schwortz: o descrente especialista em fotografia que se rendeu à evidência:
o Santo Sudário é autêntico!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Barrie Schwortz é uma das maiores autoridades mundiais sobre o Santo Sudário. Como técnico em fotografia, ele participou no primeiro grande exame em profundidade dessa preciosa relíquia em 1978, na equipe do famoso Shroud of Turin Research Project (STURP).

O STURP inaugurou uma longa série de análises e aprofundamentos do ponto de vista das mais variadas ciências, que revelou – aliás, continua revelando – detalhes surpreendentes e nunca antes imaginados sobre o Homem do Sudário.

A convergência dos resultados dessa imensa série de exames é tão espantosa que ficou muito difícil negar que o Homem do Sudário não seja outro que Nosso Senhor Jesus Cristo.

Barrie Schwortz é um hebreu não praticante que aceitou com relutância participar do STURP. Ele estava plenamente convencido de que o Santo Sudário era alguma fraude montada na Idade Média.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Amazônia: estonteante dependência do Saara criada por Deus

Poeira fertilizante do Saara todo ano passa por cima do Atlântico e sustenta a vida na Amazônia e no Caribe
Poeira fertilizante do Saara todo ano passa por cima do Atlântico e sustenta a vida na Amazônia e no Caribe



A Amazônia é a maior floresta tropical úmida da Terra. E o Saara é o maior e mais quente deserto do mundo.

Na aparência, nada de mais diverso e sem relação um com outro. Uma imensa selva verde úmida no coração da América do Sul, e um infindável areal, composto de poeira e pedra, onde sopram ventos ardentes no norte da África.

Porém, se, por ventura, os dois estivessem vitalmente unidos? Se o mais pleno de vida dependesse do mais morto para sobreviver, quem ou o quê poderia ter criado essa inter-relação?

Por certo, uma interdependência tão profunda foge à imaginação do homem e a qualquer instrumentalização ou fabrico também humano.

Também fugiria às regras da teoria da evolução de Darwin, segundo o qual tudo o que há procede de uma realidade pré-existente, e essa de outra, por uma série intérmina e jamais demonstrada de mutações atribuíveis ao azar e à necessidade.

Há, porém, um fenômeno que envolve ventos e minérios sem vida e que sustenta a vida vegetal e animal na maior floresta tropical úmida do planeta.